quarta-feira, 19 de novembro de 2014

AMPLIANDO NOSSOS REPERTÓRIOS DE APRENDIZAGEM EM REDE.

Atividade 01: Tutor Marcos
Professora: Christina Martinez Hipolito
Cursistas: Dircelei Arenhardt,Gislaine Fabiao, Lidiane Wermuth, Mariane Fiorentin, Roseli Gass.

Experiência 01 - Oficina de oratória

Comunicação é uma atividade que não consiste apenas em falar. Comunicar-se significa fazer as
outras pessoas entrarem em sintonia com aquilo que você diz.
Segundo pesquisas 60% dos brasileiros tem pavor de se expor e falar em público. Uma pessoa que sabe falar em público e não tem medo de se expor, já possui um diferencial importante na carreira.
Os desafios e dificuldades mais comuns encontradas no dia-a-dia, nas pessoas que querem se comunicar são:
  • Livrar-se do medo e da ansiedade
  • Aumentar sua autoconfiança
  • Tornar sua fala atraente
  • Manter seu público interessado
        A apresentação em sala sempre desenvolve competências e habilidades que permitem alcançar desenvolvimento individual. Pensando no desenvolvimento destas habilidades dos alunos e professores do CEJA de Itapiranga, foi desenvolvida uma oficina de oratória, que além de aprenderem a falar em público, aprenderam como controlar o nervosismo no momento de fazer uma apresentação, como lidar com imprevistos e como planejar de maneira eficiente a sua apresentação/aula.
         Quem coordenou a oficina, foi o Senhor Marino Ramos, diretor Geral da 31ªSDR de Itapiranga que tem vasta experiência na área. Inicialmente Marino falou sobre a melhor forma de se apresentar em público. Em seguida realizou uma dinâmica, já observando a desenvoltura de cada um. Pediu para cada aluno fazer uma breve apresentação, filmando a atividade. Logo depois projetou as filmagens das apresentações, analisando e orientando os alunos e professores qual é a maneira correta de se expressar em frente a um público.
        A atividade foi muito valiosa, sendo considerada como uma oportunidade ímpar para os alunos desenvolverem as suas habilidades orais e em público.
Para alguns alunos foi uma experiência única, podendo aprender e conhecer um pouco mais sobre a prática de falar em público, como controlar o nervosismo na hora de se apresentar. Como é difícil enfrentar uma câmera ou qualquer ferramenta tecnológica, isso lhes causa pânico. Porém foram muito corajosos enfrentando os medos. A primeira vez sempre é mais difícil, mas faz com que enriqueçam e aprimorem o conhecimento para poder evoluir cada dia mais. Também gostaram das apresentações dos colegas, pois foram se encorajando a ir também. E logo após as apresentações, a maneira como o ministrador Marino conduziu foi um pontapé muito importante, pois puderam ver suas falhas e tentar melhorar. Sendo assim os professores sentem-se mais confiáveis em aplicar trabalhos com apresentações. E realmente se sentiram muito mais preparados para enfrentar uma plateia. 
Tecnologias usadas:
  • computador
  • projetor multimídias
  • filmadora
  • caixa de som
  • câmera digital
Foi escolhida esta atividade por proporcionar aos alunos e professores uma experiência nova e produtiva, sendo utilizadas várias ferramentas tecnológicas envolvendo a descoberta das mesmas. Compreendendo melhor seus valores e sua cultura, despertando o prazer de conhecer, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento. Trata-se de algo que deve ser desenvolvido sempre, ao longo de toda vida, afim de compreender o mundo, a sociedade e o movimento de ideias.






Experiência 02
Tecnologias envolvidas no ciclo da produção de leite

O Projeto foi apresentado e desenvolvido na disciplina de CCTT- Ciências Cultura e Tecnologia e Trabalho, pelos alunos do Ensino Fundamental do CEJA, Itapiranga.

Foto 01, tirada pela autora.
Alunos do Ensino Fundamental, os que desenvolveram o projeto.

O objetivo do trabalho proposto para os alunos foi em grupo o qual envolvia uma busca de conhecimento com o auxilio de livros e internet até uma visita in loco numa propriedade na zona rural.
Como professora sempre busco envolver o Maximo a teoria com a prática, utilizando as tecnologias bem como visitas in loco em propriedade, na faculdade, até mesmo na Rua. É preciso desenvolver aulas mais atrativas e principalmente relacionar o conteúdo com o dia a dia do aluno.
            O leite está entre os seis produtos mais importantes da agropecuária brasileira, ficando à frente de produtos tradicionais como café beneficiado e arroz. O Agronegócio do Leite e seus derivados desempenham um papel relevante no suprimento de alimentos e na geração de emprego e renda para a população.


Imagem 01, ilustrativa do leite.

A ingestão do leite é muito importante para a saúde, pois contém proteína de alta qualidade que auxilia na construção dos tecidos, auxiliando na preservação dos músculos, cabelos, unhas e demais partes do corpo. Possui vitaminas como A, B e D, que protegem os olhos, fornecem energia e otimizam a concentração, além de combater a anemia e fortalecer os ossos. Seus minerais favorecem o processo de cicatrização e melhoram o sistema imunológico. Outros benefícios também são verificados, como prevenir doenças neurológicas. Existem no mercado uma série de bebidas lácteas enriquecidas com vitaminas, minerais e ômegas, assim como leites especiais para as pessoas que não conseguem digerir a lactose.
O leite é produzido em todos os países do mundo, proveniente, principalmente, da pecuária bovina, que contribui com 85% da produção mundial.
Imagem 02, acessada  10/10/2014,Embrapa Gado de Leite Sistema de Produção, 2  (http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Leite/LeiteCerrado/importancia.html)

O Brasil lidera o ranking de produção de leite e de importação, seguido da Argentina, Uruguai  e Paraguai, em relação aos países do Mercosul.
Segundo dados da Embrapa Gado de Leite (2003), Santa Catarina possui um rebanho de 643.420 vacas ordenhadas, sendo que cerca de 59% concentram-se na região Oeste representando 68,3% da produção de leite do estado.
O Oeste de Santa Catarina, noroeste do Rio Grande do Sul e sudoeste do Paraná são hoje a região que mais cresce em produtividade do leite no Brasil.




Imagem 03, acessada em 17/11/2014, pela autora,( https://www.google.com.br/search)
Demonstrar a localização do sul do país.


Localização das regiões do Sul que são as principais produtoras de leite.


Imagem 04, Região Sudoeste Paraná.


Imagem 05, Região Oeste Santa Catarina.
 


Imagem 06, Região Noroeste Rio Grande do Sul.

        Com cerca de 300 mil produtores distribuídos por quase todos os municípios, o Sul é responsável por 33% da produção brasileira de leite. A expectativa é de que em 10 anos, a produção aumente 77%, chegando a 19,5 milhões de toneladas de leite por ano. Com crescimento de 119%, Sul quer ser o maior produtor de leite do País.











Imagem 07, acessado 10/10/2014 (http://canaldamassa.com.br/agrobrasil)
Região é responsável por 33% da produção nacional, com um volume de 10,74 bilhões de litros por ano.

Nos últimos anos tem havido especialização da agricultura na produção, da mesma forma intensifica-se cada vez mais a mecanização da lavoura, o que envolve cada vez mais tecnologias, possibilitando uma melhora significativa de qualidade nas práticas agrícolas, facilitando a Mao de obra, aumentando os lucros, assim,  torna-se indispensável aos produtores rurais o conhecimento aprofundado do seu negócio.
Para que uma empresa se mantenha no mercado atual, independente do ramo de atividade em que atua, é essencial que possua um amplo conhecimento e um gerenciamento apropriado às suas necessidades e às exigências impostas pelo mercado em que está inserida.
Com a evolução da tecnologia e a busca por adquirir produtos de melhor qualidade, o produtor rural necessita desenvolver cada vez mais técnicas tanto na área de produção como manejo o que inclui principalmente a adaptação das tecnologias na propriedade.
Primeiramente os alunos fizeram uma “pesquisa” bibliográfica e com o auxilio da Internet, para obterem mais conhecimentos.


Foto 02, tirada pela autora.
Os alunos no laboratório de informática em busca de maiores conhecimentos sobre o ciclo da produção do leite, principalmente tecnologias envolvidas.

O Trabalho envolvia a busca sobre maiores conhecimentos e principalmente tecnologias envolvidas na produção do leite. Desde o desenvolvimento de melhoramento genético nas pastagens, ração, melhoramento genético bovino, estrutura físicas existente nas propriedades para o desenvolvimento da atividade leiteira; as tecnologias de produção referentes às instalações, equipamentos, manejo e conhecimento.
Após o levantamento dos dados bibliográficos, os alunos foram visitar uma propriedade do Sr. Dário e Maria Schuvengber, na Zona Rural, Linha Santa Cruz, Itapiranga.
                           Imagem 08, acessada  Google Earth pela autora no dia 16/11/2014.
                       Vista parcial da propriedade de Dário e Maria.

Os alunos foram fazer a visita para relacionar a teoria a prática.

Foto 03, tirada pela autora.
Os alunos ouvindo as explicações do Proprietário, sobre a importância da atualização e aperfeiçoamento investimentos de tecnologias na agricultura, o que agiliza e facilita aa Mao de obra e aumenta a produção.


Foto 04, tirada pela autora.
Os alunos olhando  as explicações da  Proprietária,em relação a ordenha.

                Foto 05, tirada pela autora.
            Vista parcial de produtos utilizados para higienização dos tetos, antes e após a ordenha.Os mesmos auxiliam e  evitam a proliferação de bactérias, bem como diminuem a incidência de mastite, entre outras funções.


Foto 06, tirada pela autora.
 Trator que é utilizado para preparar o solo, semear, colher também auxilia no trato dos animais, coleta a silagem e a  distribui nos coxos da sala de trato.O qual agiliza o trabalho, e reduz a quantidade de funcionários.
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 Foto 07, tirada pela autora.
Trator distribuindo silagem  nos coxos, na sala de trato, o que diminui  a quantidade de funcionários, obtém mais tempo  para outras atividades já que a família também tem atividade de suinocultura Ciclo Crechário, A Mao de obra é toda  familiar,(casal e dois filhos).

Foto 08, tirada pela autora.
Vista parcial da sala de trato. Os animais tem livre acesso enquanto ocorre o processo de ordenha, após esse período, os animais são conduzidos novamente aos piquetes com pastagem, onde continuam se alimentando, o que a aumenta a produção.

Foto 09, tirada pela autora.
Os animais conduzidos na pastagem após trato e ordenha.



Foto 10, tirada pela autora.
Vista parcial da sala de ordenha. Em detalhe ordenhadeira com 5 (cinco) conjuntos canalizada.


Imagem 09, ilustrativa,  acessada 17/11/2014, (https://www.google.com.br/tecnologias utilzadas imagens)
Contraste de realidades.Na década de 90 e por volta de 2000 as pessoas ainda utilizavam do processo manual.

A propriedade visitada implantou o sistema de ordenha elétrico a aproximadamente a 15 anos.


                Foto11, tirada pela autora.
               Vista parcial do tambor  no qual é armazenado material genético para inseminação, o qual é melhorada constantemente.

Foto 12, tirada pela autora.
Vista geral dos animais após ordenha, são liberados e passam a noite na pastagem se alimentando, o que auxilia
No aumento do leite. Na década de 70,80 os animais permaneciam fechados na estrebaria.

Os alunos após a visita fizeram um relato sobre o que mais chamou sua atenção, em relação ao conteúdo pesquisado e a pratica.
“Foi uma visita com muitas agregações para o nosso conhecimento, podendo assim enriquecer o nosso conhecimento a cada dia mais”
“Pode ser observado que cada vez mais existe evolução de modernidades nas propriedades do nosso querido interior, sempre sendo feito melhorias e evoluindo e crescendo com as tecnologias que veio para ajudar nosso agricultor, suinocultor etc”
“Hoje existem maquinas que facilitam os trabalhos até mesmo dentro das grandes firmas e bacias leiteiras...”
“Tivemos a oportunidade de ver perto o processo que não foi muito diferente da nossa pesquisa”
“Foi uma oportunidade muito valiosa, nos proporcionou observar a realidade”
Fizeram apresentação do trabalho, onde também ocorreu o envolvimento das tecnologias: computador, maquina digital, desenvolveram apresentação em slides, tiraram fotos e filmaram algumas partes da apresentação.

Foto 13, tirado pela autora.
Alunos apresentando o trabalho.

Foto 14, tirado pela autora.
Alunos apresentando o trabalho.


Foto 15, tirado pela autora.
Alunos apresentando o trabalho.

Foto 16, tirado pela autora.
Alunos apresentando o trabalho.

Os resultados obtidos acima de tudo foi um conhecimento mais aprofundado sobre o tema que era “Tecnologias envolvidas no ciclo da produção de leite”.
Foto 17, tirada pela autora.
Na casa dos proprietários Dario e Maria, os alunos da turma de ensino fundamental, professora Dircelei Arenhardt,  Diretor Eduardo, professora Rose e estagiárias.

Essa atividade foi escolhida pelo grupo, por que contemplou vários aspectos das práticas pedagógicas com a utilização de várias ferramentas tecnológicas, bem como os alunos se envolveram para o desenvolvimento da atividade a qual trouxe resultados  positivos.
Ferramentas utilizadas para o desenvolvimento da atividade:
·     Sala de informática, a qual deu auxilio para buscar mais informações sobre as tecnologias envolvidas na produção do leite, bem como a elaboração dos slides;
·    Data Show: utilizado para a apresentação do trabalho elaborado a partir da pesquisa bibliográfica e internet;
·     Câmera digital: utilizada para tirar as fotos dos alunos elaborando a pesquisa, na propriedade, e a produção de vídeos com os proprietários e alunos da experiência obtida.









domingo, 12 de outubro de 2014

Resultado da pesquisa com os professores da escola sobre as TDICs


ANALISE DO QUESTIONÁRIO APLICADO AOS PROFESSORES:
1. Qual a carga horária ( total ) ?
A maioria trabalha em média 40 horas, sendo que há também alguns com 50 horas e 60 horas também.

2. Quantas horas por dia em média você fica conectado a internet e qual a frequência na semana?
Em média a maioria se conecta 1 hora por dia e acessa todos os dias.

3. Você possui perfil em rede social e endereço eletrônico?
A maioria possui perfil em rede social e endereço eletrônico apenas um dos entrevistados não possui nem uma das duas opções de perfil.

4. Você considera que as TDICs vieram para facilitar e auxiliar nas tarefas do dia a dia?
Os professores consideram que as tecnologias vieram para auxilia-los com certeza e  foram unanimes em responder que não.

5. Professor ao adquirir uma mídia tecnológica (celular, TV, notebook, tablete, câmera digital, filmadora e outros) como você aprende a usá-las?
Há uma variedade de maneiras de aprender a usar alguns leem o manual, outros aprendem na internet  e ou pedem ajuda a alguém ou pesquisam na internet.

6. Quais tecnologias pedagógicas você professor utiliza em seu dia a dia, com seus alunos em suas aulas?
Todos utilizam a tecnologia em suas aulas aqui podemos citar na maioria a TV, aparelhos de DVD, Câmera Digital e Computador e Internet e alguns o Celular o Tablet e Filmadora.

7. Que mudanças essas práticas vêm introduzindo na escola, dentro e fora das salas de aula?
Possibilita mais dinamismo as aulas; desenvolve a criatividade tanto do professor como dos alunos; torna as aulas mais atrativas, possibilita a inserção dos alunos ao mundo digital (acesso aos alunos que ainda não tem). Colaboram com os trabalhos na escola e ajuda no aprendizado do aluno, mantendo-os atualizados. Mais recursos disponíveis para melhorar o ensino.

8. Qual a maior dificuldade que você enfrenta para utilizar as mídias ou tecnologias em suas aulas?
A maioria dos professores ressalta a falta de tempo, excesso de aulas o que dificulta o planejamento das aulas com esses equipamentos e falta de prática e domínio sobre os programas que podem ser usados como ferramentas pedagógicas.Equipamentos insuficientes para fazer uso. 

9. Professor ao usar o laboratório com os alunos, quais as dificuldades?
Todos responderam que a internet lenta é o maior dificuldade.

10. Ao utilizar os equipamentos  tecnológicos da escola:
A maioria tenta aprender por conta ou com ajuda os equipamentos e alguns fazem curso para utilizar  e alguns pedem ajuda ao professor de tecnologias e uma minoria sabe utilizar sem precisar de algum auxílio.

11. Você se considera um usuário consciente do uso das TDICs?
Nesse quesito observou-se um equilíbrio nas respostas, pois 60 % acreditam que sim e 40% em parte. 

12.  Você utiliza e navega na Internet  com segurança?
 Todos acreditam que utilizam e navegam com segurança.

13.  Você conhece e acessa o blog da escola?
A maioria conhece, somente um professor não. 

14. O que o mais o atrai e fascina ao lidar com as tecnologias? 
O professor considera a aula mais dinâmica, participativa e um maior envolvimento com a utilização de equipamentos atualizados para a prática pedagógica. Facilitar o acesso as redes sociais e busca de maiores conhecimentos com agilidade das informações, a sociabilidade, como sendo os principais atrativos. 

15. Você se sente pressionado a utilizar as TDIC?
Os  professores responderam que não ou apenas em parte, mas sentem que é uma necessidade do educador estar atualizado, aumentando o domínio sobre estes. Ao mesmo tempo consideram-se satisfeitos em poder ter acesso as TDIC. Advertem ainda que, às vezes podemos até não perceber, mas há um apelo comercial bem forte por traz.

16. Que práticas podem identificar e registrar com o uso das TDIC?
Apontaram novas formas de comunicação e busca de informações, que auxiliam nos conteúdos escolares, novos hábitos, novas relações de trabalho, novas formas de socialização, interatividade. Também destacaram o registro através de filmagens, danças, cantigas, práticas pedagógicas, assistir filmes e o uso do Datashow.

17. Professor, através de observações, como os alunos utilizam as TDIC na escola e o que pensam sobre essas experiências?
Observam que os alunos usam mais intensamente para comunicação e poucos como ferramenta de busca de informações e aprendizado. Os alunos não temem (ou perdem o medo) em mexer nos equipamentos. As TDIC fascinam os educandos e prende mais sua atenção nos conteúdos. Ressaltam que poderia haver aulas mais específicas com pessoas formadas na área.

18. Que desafios para a integração das TDIC você encontrou em sua escola?
Analisam a falta de domínio e conhecimento dos equipamentos como maiores desafios. Os recursos estão disponíveis, porém há a necessidade de aprender mais para usá-los.

19. Que sugestões vocês podem dar para fortalecer o processo da Cultura Digital na escola?
Como sugestões, indicam: o incentivo a formação do professor, através de cursos e também dos alunos com mais dificuldades; a motivação dos professores e alunos para fazerem uso destes recursos; facilitar o acesso aos alunos; criar canais comunicativos entre docentes e discentes e aquisição da lousa digital.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

RETRATO DA ESCOLA - CEJA ITAPIRANGA

Atividade desenvolvida no Curso de Especialização: Educação na Cultura Digital.
Esta atividade objetivava compor o Retrato da cultura digital do CEJA de Itapiranga SC. Foi desenvolvida uma pesquisa com os alunos com o intuito de conhecer o perfil tecnológico.
Cursistas: Dircelei Arenhard, Mariane  Fiorentin, Roseli Gass, Gislaine Fabião e Lidiane Wermuth
Tutor: Marcos Fiorentin
Professora: Christina Martinez Hipólito

Compor o Retrato de uma Escola, não é uma tarefa simples, requer um olhar atento e investigativo, ainda mais quando se trata do uso das TDICs. Portanto para dar maior lisura e credibilidade ao trabalho, após uma observação inicial e superficial, decidiu-se aplicar questionários para os alunos e professores do CEJA, no intuito de descobrir qual era o perfil tecnológico dessa clientela.
Hoje as TDICs estão integradas no âmbito familiar, fazendo parte do cotidiano do ser humano e os alunos do CEJA não fogem a essa realidade. Apesar de não terem concluído os estudos na idade certa, eles não estão aquém do mundo que os cerca. Sabem muito bem o que querem e estão em busca do conhecimento, recorrendo a escola e à internet como meio e ferramentas para o acesso a informação, a pesquisa e entretenimento.
Podemos observar que a maioria dos alunos possui seu endereço eletrônico, como também um perfil em alguma rede social, considerando-se usuários conscientes. Acreditam que não tem muitas dificuldades ao lidarem com as tecnologias, e que elas vieram para facilitar nas tarefas do seu dia a dia. O questionário nos mostrou que devemos divulgar mais o blog da escola, pois apenas metade dos alunos o acessa e conhece.
Na opinião dos alunos, os professores sabem utilizar as TDICs, e estão abertos á inovação. Acreditam também que os professores são fundamentais no processo de formação dos estudantes e influenciam total ou parcialmente nas suas vidas.  Avaliam que eles não poderão ser substituídos totalmente pelas TDICs, mas podendo ocorrer  em parte.
Observou-se com a aplicação da pesquisa que a maioria tem computador, notebook, ou  celular e que o tablet também é utilizado pelos alunos da escola para o acesso doméstico.
Podemos analisar que os alunos da nossa escola possuem várias ferramentas tecnologicas em suas casas. Constatou-se a internet, o computador, notebook, DVDs e câmera digital, como TDICs mais utilizadas em sala de aula. Sendo avaliada a TV, o computador, internet, celular, rádio as que mais ajudam no processo de aprendizagem.
No entanto, é visível que as mesmas vem sendo utilizadas com a finalidade de contribuir com o conteúdo trabalhado, através de pesquisas em sua grande maioria, comunicação e entretenimento. Dessa forma, percebe-se que para o educando essa prática é muito atrativa, fazendo com que o aluno internalize conteúdos de modo descontraído, já que, os mesmos dominam as TDIC quase que na sua totalidade. A maioria faz uso da internet todos os dias e em média uma hora, segundo a pesquisa realizada.
A escola e o professor precisam se inserir no mundo tecnológico através do processo de ensino aprendizagem das TDICs para poder acompanhar os seus alunos no uso dessas ferramentas e adequando o seu currículo cada vez mais para que o mesmo torne-se atrativo, pois cada vez mais e mais cedo temos acesso a esse universo de informações e tecnologias. Os avanços nesta área acontecem muito rápido e precisamos estar preparados para isso.
Tendo em vista que a  maioria dos   alunos do CEJA  tem acesso a vários meios tecnológicos, nós professores tentamos inserir as TDICs nas aulas  com a finalidade de ampliar e melhorar o ensino e a  aprendizagem.
A escola tem um papel fundamental na construção dessa cultura, contribuindo na formação de sujeitos críticos, mentalidades e identidades individuais e coletivas. A mesma  é um dos principais meios para dar apoio aos alunos no conhecimento das culturas digitais, porém nem todos os professores e nem todas as instituições escolares estão preparadas para isto. Precisamos de mais conhecimentos sobre as mídias em geral para podermos dar um salto nas culturas digitais em nossas escolas. As TDIC ainda são para muitos novidades, pelas dificuldades de alguns acessos e por desconhecimentos de algumas mídias, sendo assim as culturas populares prevalecem ainda no cotidiano de nossos alunos.
O papel da educação, é divulgar e disseminar o conhecimento produzido e estimulando inovações na educação principalmente com introdução das TDICs.
 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL

As professoras Gislaine Fabião. Roseli Gass, Dircelei Arenhardt, Lidiane Wermuth e Mariane Fiorentin iniciaram em agosto um Curso de Especialização pela UFSC - Educação na Cultura Digital. Como atividade na disciplina PLAC 1 produziram um vídeo sobre o uso e importância das TDICs (Tecnologias digitais de informação e comunicação) em sala de aula.
Agradecemos a contribuição do diretor Eduardo Guarienti, do professor de história Baltazar Bertol e da aluna Rosimar Baierle.


ASSISTA O VÍDEO, ACESSANDO O LINK: https://docs.google.com/file/d/0B-jDrUvriyIPbTVoazhvbXl1ZXc/edit


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Aula prática com os alunos do Ensino Fundamental de Santa Helena.

 Os alunos tinham a disposição inúmeros produtos como: álcool, gasolina, farinha de milho e trigo, amido de milho, arroz, feijão, água, areia, brita, terra, serragem, vinagre, bicarbonato de sódio.
Foi trabalhado misturas de substâncias, as quais podem ser homogêneas e ou heterogêneas.

Os alunos mesmos tiveram a oportunidade de fazer as misturas e assim classifica-las em homogêneas ou heterogêneas.




 Professora Dircelei